Colinha é o papelzinho com os números dos seus candidatos, para você não travar na frente da urna. Levar a sua é direito de todo eleitor — e é a única forma de consultar os números na hora de votar, porque o celular não entra na cabina.
Porque a lei proíbe entrar na cabina de votação com telefone. Não é regra de mesário nem costume de seção: está escrito na Lei das Eleições.
“Fica vedado portar aparelho de telefonia celular, máquinas fotográficas e filmadoras, dentro da cabina de votação.” Lei nº 9.504/1997, art. 91-A, parágrafo único (incluído pela Lei nº 12.034/2009)
Na prática: o telefone fica fora da cabina, e o que entra com você é papel. Por isso não basta ter os números salvos no celular — eles precisam estar escritos, ou impressos, em algo que você possa segurar enquanto digita.
A urna não deixa você escolher a ordem: ela pede um cargo por vez, sempre nesta sequência, e cada cargo tem um número com uma quantidade fixa de dígitos. Anotar a colinha nesta mesma ordem é o que evita confusão na hora — em 2026 são seis votos, porque cada estado elege dois senadores.
| Ordem | Cargo | Dígitos |
|---|---|---|
| 1º | Deputado Federal | 4 |
| 2º | Deputado Estadual (Distrital, no DF) | 5 |
| 3º | Senador — 1º voto | 3 |
| 4º | Senador — 2º voto | 3 |
| 5º | Governador | 2 |
| 6º | Presidente | 2 |
Os dois votos de senador são independentes: dá para votar em dois nomes diferentes, e a urna não aceita o mesmo número duas vezes.
O 1º turno é em 4 de outubro de 2026 e o 2º turno, onde houver, em 25 de outubro de 2026. As seções abrem às 8h e fecham às 17h, no horário de Brasília. Deputados e senadores são decididos só no 1º turno — no 2º sobram, no máximo, presidente e governador.
É para isso que este site existe. Você escolhe o estado, digita os números na mesma ordem da urna e vê a foto oficial de cada candidato para conferir se é a pessoa certa. No fim, salva a imagem da colinha pronta para levar no dia — ou imprime, se preferir papel. É de graça, e a sua colinha fica salva no seu aparelho.